quarta-feira, 28 de junho de 2017


Um ossário com uma inscrição em letras hebraicas que formam a palavra "Yeshua", que seria o nome de Jesus nesse idioma -
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''Por suas próprias palavras, deve-se concluir que Jesus é Deus, porque é quem ele diz ser.. E com essas descobertas tudo fica mais claro.Mas "bom homem" não é uma escolha lógica.''
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Arqueólogos acham 'caixão' de família que julgou Jesus Cristo
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Escritores e historiadores da época não mencionaram Jesus Cristo?










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A antiga cidade de Troia, mencionada nos poemas de autores como Homero e Virgílio, foi descoberta na década de 1870 pelo arqueólogo alemão Heinrich ...Resultado de imagem para descobertas arqueológicas 2017
Descoberta arqueológica inesperada Descoberta arqueológica
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Arqueólogos revelam descoberta de novas provas da existência de Jesus em moedas do primeiro século
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importantes descobertas arqueológicas que mudaram a história do mundo

Desde os primórdios da civilização, a humanidade tenta entender o passado para poder construir melhor o presente o futuro. Por causa disso, questões levantadas sobre achados arqueológicos sempre intrigaram a ciência.
Alguns objetos e construções encontrados por acaso ou depois de muita pesquisa foram muito importantes na história do mundo. Além da função que representavam em sua época, foram essenciais para a compreensão de momentos históricos e para o entendimento do períodos antigos.
Aqui estão algumas das descobertas mais importantes que ajudaram a mudar a história do mundo.

1 – Exército de Terracota

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Um fazendeiro local da província Shaanxi, na China, estava cavando um poço quando ele descobriu este vasto exército, em 1947. Milhares de guerreiros terracota colocados na frente do túmulo do grande imperador Qin Shi Huang para guardar seu corpo após a vida. Para pesquisadores, a gigante construções e tornou um indício de visões humanistas e progressistas sem precedentes por parte do imperador, já que seis antecessores deveriam enterrar tudo que pudessem precisar no além com eles. Apesar do fato do exército ter sido descoberto há 70 anos, o túmulo do imperador ainda não foi encontrado.

2 – Pergaminhos do Mar Morto

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Uma grande coleção de manuscritos antigos foi encontrada em vários pontos ao longo da costa noroeste do Mar Marto. Estudos apontaram que os pergaminhos datam de mil anos antes dos mais antigos manuscritos utilizados para o Antigo Testamento. Graças a esses textos, foi possível entender alguns aspectos da vida nos tempos antigos mais remotos.

3 – Inscrição de Behistun

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A inscrição foi descoberta pelo viajante e explorador inglês Robert Sherley durante uma missão diplomática na Pérsia, em 1598. O conteúdo se trata de um mesmo texto escrito em três línguas e analfabetos diferentes. A mensagem é uma declaração do Rei Dário I e narra eventos históricos que se passaram entre 523 e 521 A.C. Graças ao conteúdo, arqueólogos e historiadores puderam estudar civilizações antigas como Pérsia, Suméria e Mesopotâmia.

4 – Garganta de Olduvai

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A Garganta de Olduvai é extremamente rica em achados pré-históricos. O local foi descoberto pelo entomologista Willhelm Kattwinkel, em 1911, quando ele caiu ali enquanto perseguia uma borboleta. Três diferentes espécies de hominídeos, incluindo Australopithecus, Homo habilis e Homo erectus foram encontradas na Garganta. Além disso, indícios de hipparions (uma espécie de cavalo de três dedos já extinto) também foram descobertos no local.

5 – Angkor Wat

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Os mais antigos registros desta gigante construção de pedra datam de 1601. Naquela época, o espanhol Marcelo Ribandeyro esbarrou no templo durante uma jornada pela selva do Camboja. Apesar disso, ele foi incapaz de resolver o mistério de sua origem e o templo permaneceu esquecido por mais de 200 anos. Angkor Wat é o maior monumento religioso do mundo, com uma estrutura repleta de escadas e corredores, com cinco torres e três níveis. O templo é considerado a alma do povo Khmer, o maior grupo étnico do Camboja.

6 – Troia

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A antiga cidade de Troia, mencionada nos poemas de autores como Homero e Virgílio, foi descoberta na década de 1870 pelo arqueólogo alemão Heinrich Schliemann. Depois da escavação, a história da região antiga foi dividida em diferentes períodos, que vão de Troia I até Troia IX. A cidade considerada inspiração para as histórias Homéricas seria Troia VI, que existiu durante os anos de 1900 e 1300 AC.

7 – Mecanismo Antikythera

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O mecanismo Antikythera é um dos mais antigos mecanismos computadorizados da história, talvez até mesmo o primeiro na história da computação analógica. Depois de décadas de pesquisa, historiadores determinaram que a máquina deveria mostrar a posição do sol e lua e o movimento de planetas pelo céu, além de previsões de eclipses e eventos chaves da história da Terra. A controvérsia existe por conta da complexidade de um material complexo num período que não parecia ter recursos para isso. Leia mais sobre objetos da história ainda sem explicação da ciência. 

8 – Dente de Denisova

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Um dente e um osso do dedo de uma forma humana arcaica foram encontrados na Caverna Denisova, na Sibéria. Cientistas acreditam que o achado arqueológico possui mais de 50 mil anos de idade. Após várias investigações, eles concluíram que os fósseis pertenciam a um tipo desconhecido de humano arcaico que viveu na região do Krai de Altai, na Rússia.

9 – Pedra de Roseta

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A Pedra de Roseta foi uma grande rocha encontrada no Egito, em 1799, e data de 196 A.C. Uma inscrição com um decreto em nome do Rei Ptolomeu V foi inserida na pedra com hieroglifos do egípcio antigo, egípcio demótico e grego antigo. A pedra foi essencial para a compreensão dos hieróglifos egípcios.
Deu pra perceber que alguns achados foram mesmo essenciais para a compreensão da história, não é mesmo? Qual deles você achou mais impressionante
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O Titanic está desaparecendo, e a razão é essa

Vocês já devem ter lido matérias aqui na Fatos Desconhecidos sobre o Titanic, como a mulher que sobreviveu à 3 naufrágios, inclusive ao Titanic e 29 fotos que mostram exatamente o que aconteceu depois que o Titanic afundou, mas hoje vamos fazer uma matéria diferente e um tanto quanto triste. Bom, todo mundo sabe que os restos dos destroços do Titanic estão no fundo do mar, certo? Mas e se a gente contasse que esses destroços estão para desaparecer em pouco tempo, você acreditaria?
Isso deve acontecer por causa de uma espécie de bactéria que está destruindo aos poucos o casco do navio. Robert Ballard, oceanógrafo da Universidade de Rhode Island, em Barragansett, foi quem descobriu o navio naufragado em 1985. A descoberta aconteceu por casa de um envolvimento de Ballard em uma missão secreta da Marinha britânica, com o objetivo de localizar os restos de dois submarinos nucleares americanos que afundaram na 2º Guerra Mundial.

Quando essa descoberta foi feita, o navio ainda estava preservado, e por estar a 3,8 km em baixo da água, o navio ficou inabitável para grande parte de vida do oceano e atrasou a corrosão. 30 anos depois, o casco do Titanic finamente começou a enferrujar, e alguns pesquisadores dão cerca de 14 anos para ele desaparecer completamente.

O curioso é que a bactéria que está “definhando” o casco do navio não é qualquer bactéria. O que aconteceu, de fato, é que o casco enferrujado do Titanic criou uma nova espécie de bactéria, batizada de Halomonas titanicae, um micro-organismo que é capaz de sobreviver a 3,8 km da superfície, no escuro e sob pressão, além de conseguir corroer o metal.

A bactéria também são encontradas vivendo em outro ambiente ainda mais extremo, os pântanos de sal. Nesses lugares, a salinidade da água pode variar dramaticamente por causa da evaporação, e essas bactérias evoluíram a ponto de conseguir lidar com o problema.

Bom, não sabemos se existe algo que possa ser feito para salvar o resto do navio, e infelizmente os restos do Titanic provavelmente desaparecerá em poucos anos.
E aí, sentiu seu coração partido? Não esqueça de deixar o seu comentário!
Novas descobertas arqueológicas lançam luz sobre a vida no tempo de Cristo
Autoridade de Antiguidades de Israel no domingo ofereceu um vislumbre raro em seus armazéns, onde funcionários relataram sobre recentes descobertas arqueológicas que lançaram nova luz sobre a vida na época de Cristo.
O evento foi organizado antes do próximo feriado cristão da Páscoa, que marca a ressurreição de Jesus após sua crucificação.
Entre as descobertas do século I dC descobertas em torno de Jerusalém e da Galiléia, onde a Bíblia diz que Jesus viveu e pregou, são vasos, utensílios de cozinha, prensa de vinho, pregos usados ​​em crucificações, jóias e ossuários.
“Hoje em dia podemos restaurar de maneira muito clara a vida cotidiana durante esse período, desde o momento do nascimento, até a vida da pessoa, seus costumes de jantar, onde ele percorreu a terra e até seu dia de morte” Gideon Avni, chefe da divisão de arqueologia da autoridade, disse à AFP.
“Nos últimos 20 anos demos um grande salto na compreensão do modo de vida de Jesus e seus contemporâneos”, disse ele.
“Toda semana são descobertos novos elementos que permitem uma melhor compreensão deste período.
“Os nomes nos ossários eram reconhecíveis, com figuras conhecidas que são mencionadas no Talmud por exemplo, e é assim que você cria a conexão entre o que você encontra hoje em dia e as pessoas que viveram aqui há 2.000 anos”.
Avni disse que a autoridade é o custodiante de mais de um milhão de objetos, e cada ano recebe cerca de 40.000 novos achados de cerca de 300 sítios arqueológicos.
“O essencial para nós é sermos capazes de compreender com precisão o modo de vida no tempo de Jesus, desde o nascimento até a morte”, disse ele.
A autoridade apresentou também  moedas do período bizantino, que tinha sido escondido por seu proprietário dentro da parede de um edificação da época, aparentemente escondendo esses valores de um exército invasor persa.
“Ele provavelmente esperava voltar e recolhê-lo, mas hoje sabemos que ele não foi capaz de fazê-lo”, disse a arqueóloga Annette Landes-Nagar aos jornalistas.
“Esta invasão foi um dos fatores que culminaram com o fim do domínio bizantino na terra de Israel”.
Ela acrescentou que as nove peças do século VII dC foram descobertas nas ruínas de um edifício usado por peregrinos na estrada para Jerusalém do porto de Jaffa.
Restos de uma igreja bizantina foram escavados nas proximidades
funcionários vestidos com trajes tradicionais nesta foto sem data. evidência de Jesus ,  Lee Strobel, um apologista cristão e ex-jornalista jurídico para o Chicago Tribune, uniram-se com o Dr. Alexander Metherell  para percorrer junto com os leitores através dos horríveis detalhes da tortura e da crucificação de Cristo e descrever o que seu corpo físico suportou antes de morrer.
A tortura infligida a Cristo foi tão intensa que, na época, não existia nenhuma palavra que pudesse capturar a essência de Seu sofrimento.
Hoje, a palavra que tenta fazer isso é “excruciante”.
“Eu acredito que é derivado do latim (excruciare / crucify), então teria sido mais tarde [depois da crucificação] que esta palavra foi inventada”, Strobel disse ao The Christian Post em uma entrevista recente.
Ele explicou que a palavra foi inventada para capturar extrema dor e sofrimento, e literalmente significa “fora da Cruz”.
Metherell, um perito muito procurado que possui um diploma de medicina forense da Universidade de Miami, na Flórida, abordou vários aspectos da morte de Jesus no livro de Strobel.
Algumas pessoas podem ter uma compreensão geral de como Cristo foi torturado. Talvez eles tenham visto o filme de 2004 “A Paixão de Cristo” – que descreve como o Salvador sofreu, sangrou e morreu pela humanidade – e figura que eles viram tudo o que precisam saber sobre a extensão da Sua dor. Os seguintes detalhes de Metherell, no entanto, só poderia fazê-los pensar duas vezes.
Em The Case for Christ , Strobel diz que Metherell explica que Jesus provavelmente esteve perto da morte antes de alcançar a Cruz. “À medida que as chicotadas continuavam, as lacerações rasgavam os músculos esqueléticos subjacentes e produziam fitas trêmulas de carne sangrando”.
Quando Cristo orou no Jardim do Getsêmani antes de ser capturado, suou sangue de angústia em relação à crucificação. “Esta é uma condição médica conhecida chamada hematidrose, não é muito comum, mas está associada a um alto grau de estresse psicológico”, acrescenta Metherell.
“O que isso fez foi configurar a pele para ser extremamente frágil, de modo que quando Jesus foi açoitado pelo soldado romano no dia seguinte, sua pele seria muito, muito sensível. Instrumentos de tortura romanos eram conhecidos por ser terrivelmente brutais.
“O soldado usaria um chicote de tiras de couro trançado com bolas de metal tecidas neles”, ele continuou. “Quando o chicote golpeasse a carne, essas bolas causariam profundas contusões ou contusões, que se abririam com outros golpes, e o chicote também tinha pedaços de osso afiado que cortaria a carne severamente.
“A parte traseira seria tão despedaçada que parte da espinha era às vezes exposta pelos cortes profundos e profundos. O chicote teria sido usado no corpo dEle desde os ombros até as costas durante todo o caminho. Muito terrível.
“Um historiador do século III chamado Eusébio descreveu uma flagelação dizendo:” As veias do doente foram descobertas e os próprios músculos, tendões e intestinos da vítima estavam abertos à exposição “.
Metherell acrescenta: “Sabemos que muitas pessoas morreriam desse tipo de espancamento mesmo antes de serem crucificadas”.
Mas Cristo sobreviveu, apenas para enfrentar mais sofrimento na Cruz.
Metherell, em seguida, fornece mais análises médicas como ele descreve o local da Cruz, onde havia um feixe vertical já no chão. Os romanos então dirigiram espigões cônicos através dos pulsos de Cristo, anexando-o a uma viga horizontal chamada patibulum.
“Esta era uma posição sólida que trancaria a mão, se as unhas tivessem sido empurradas pelas palmas das mãos, seu peso teria causado a dilaceração da pele e ele teria caído da cruz, então as unhas passaram pelos pulsos …”
“É importante entender que o prego iria sendo enfiado até atingir o nervo mediano,” Metherell diz, explicando que este é o nervo maior e que sai da mão e seria “esmagado” pela unha.
“Você sabe o tipo de dor que você sente quando você bate o cotovelo?… Tome um par de alicates e apertando (como ele torce as mãos) e esmagando esse nervo. A dor era absolutamente insuportável . ” Os pés de Jesus foram pregados e esses nervos foram igualmente esmagados.
O médico explica que os braços de Cristo teriam sido esticados 6 polegadas e seus ombros deslocados.
Strobel observa em seu livro que Metherell fornece detalhes explícitos sobre como Cristo morreu “uma morte agonizante e lenta por asfixia”. O médico explica que o estresse no diafragma colocou o tórax em uma posição de inalação e que, para exalar, Cristo teria que empurrar para cima usando seus pés dolorosos para aliviar a pressão sobre o diafragma e expirar temporariamente. “Ao fazer isso, o prego rasgaria o pé, eventualmente, bloqueando contra os ossos do dorso.”
Metherell disse que este movimento de respiração iria sobre o corpo de Cristo raspando contra a madeira grosseira até que Ele se tornou completamente exausto e incapaz de empurrar para cima e respirar.
“Enquanto a pessoa retarda sua respiração, entra no que se chama a acidose respiratória – o dióxido de carbono no sangue é dissolvido como o ácido carbónico, fazendo com que a acidez do sangue aumente. Isto conduz eventualmente a um batimento cardíaco irregular.
“Na verdade, com o coração batendo erraticamente, Jesus teria sentindo que estava no momento de sua morte, que foi quando ele foi capaz de dizer: ‘Senhor, em tuas mãos entrego meu espírito’. E depois morreu de parada cardíaca.



terça-feira, 27 de junho de 2017

Se você andar por Roma, na Itália, provavelmente encontrará milhares de turistas lutando por um pouquinho de espaço para tirar selfies nos pontos turísticos.
Há cem anos, as coisas não funcionavam assim. Ter um retrato ao longo da vida era luxo e não havia Google que mostrasse imagens de um lugar distante. É por isso que existiam os cartões-postais: além de apresentar paisagens incríveis a pessoas que talvez nunca as veriam em outra situação, eles também serviam como ótimas lembranças para pessoas queridas.
Fontana dell'Acqua Felice
 (Foto: Library of Congress)
Interior da Basílica de São Paulo Extramuros
 (Foto: Library of Congress)
Pirâmide de Céstio
 (Foto: Library of Congress)
Fontana di Trevi
 (Foto: Library of Congress)
Igreja da Santíssima Trindade dos Montes
 (Foto: Library of Congress)
Ruas de Roma
 (Foto: Library of Congress)
Arco de Tito
 (Foto: Library of Congress)
Coliseu
 (Foto: Library of Congress)
Arqueólogos partem em busca da tumba de Nefertiti
imagem de nefertiti (Foto: wikimedia commons)

O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou convidou o egiptólogo britânico Nicolas Reeves para visitar o Egito e testar sua teoria de que a sepultura da rainha Nefertiti está na tumba do faraó Tutancâmon.
Em comunicado, o ministro de Antiguidades, Mamdouh El-Damaty, explicou que Reeves irá ao país na segunda quinzena de setembro para expor sua teoria e as provas que a sustentam.
De acordo com o titular, eles irão à cidade de Luxor, onde se encontra a tumba de Tutancâmon, para comprovar as evidências da teoria e os resultados serão anunciados em uma coletiva de imprensa.
Reeves revelou em um estudo publicado recentemente que a câmara sepulcral da rainha Nefertiti poderia estar atrás dos muros da de Tutancâmon. O britânico disse ter encontrado uma porta secreta na câmara funerária do faraó, que poderia levar à câmara de Nefertiti.
Embora tenha visitado esse túmulo várias vezes, a descoberta de Reeves foi feita com base em fotografias feitas por uma empresa espanhola, que fez um protótipo idêntico à tumba. As fotografias apresentam novas informações e detalhes sobre os muros da cripta, impossíveis de ser analisados apenas por imagens, segundo o arqueólogo.
Nefertiti foi esposa do faraó Akenatón da 18ª dinastia, que governou entre 1539 e 1075 a.C. e foi o pai de Tutancâmon. Sua vida é cheia de mistério, pois, apesar de aparecer em vários registros anteriores, no ano 12 do reinado de Amenófis ela não é mais mencionada - não há nem registros sobre sua morte. Em 2003, arqueólogos encontraram uma múmia que, supostamente, seria da rainha - porém não há provas conclusivas de que se trate dela.
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As pernas mumificadas da rainha Nefertari foram encontradas

 (Foto: Wikimedia/Maler der Grabkammer der Nefertari )

Em 1904, arqueólogos encontraram a tumba da rainha Nefertari no Vale das Rainhas, no Egito. Ela foi uma importante histórica: esposa de Ramsés II, que reinou entre 1279 e 1213 a.C., só não é mais conhecida na história egípcia quanto Nefertiti e Cleópatra.
Entre vários objetos quebrados, os pesquisadores encontraram restos de pernas mumificadas. Na época, eles presumiram que as partes pertecessem à Nefertari e desde então elas ficaram em exibição em vários museus — o mais recente é o Museu Egípicio em Turim, na Itália.
Foi só recentemente que um outro grupo de acadêmicos se empenhou em confirmar a hipótese: em estudo interdisciplinar publicado no periódico PLOS One, pesquisadores de diferentes partes do mundo apontam fortes evidências de que as pernas tenham sido da rainha.
Os pesquisadores analisaram imagens de raio-x das pernas e com base no tamanho e nos indícios de artrite no joelho, chegaram à conclusão de que a dona era uma mulher que tinha entre 40 e 60 anos quando morreu, o mesmo período de morte estimado de Nefertari.
Em seguida, eles realizaram uma análise bioquímica, que mostrou que algumas das substâncias encontradas nos resquícios são as mesmas que eram usadas nos rituais de embalsamento durante as 19ª e 20ª dinastias, o que corresponde ao período em que Nefertari viveu e morreu. O estudo estima ainda que a mulher em questão tenha tido entre 1,65 e 1,68 de altura.
Na conclusão, os cientistas usaram uma lógica de eliminação para defender a hipótese. Eles argumentam que não há um segundo túmulo dentro da tumba e que ela provavelmente não foi usada uma segunda vez além de Nefertari, indicando que há grandes chances de o que foi encontrado ali dentro ser da própria rainha.

Arqueólogos estão perto de encontrar a múmia da rainha Nefertiti

Vale dos Reis, Egito, 1922. Foi nesse momento em que arqueólogos encontraram a tumba intacta de Tutancâmon, faraó cujo reinado foi de 1327 a 1336 a.C. e que faleceu aos 18 anos.
A comunidade arqueológica considera essa uma das principais descobertas do século. O que não se sabia até então é que a tumba do faraó possui duas câmaras escondidas dentro dela. Além disso, segundo o especialista em história egípcia, Nicholas Reeves, o corpo da rainha Nefertiti, sogra e madrasta de Tutancâmon, pode estar em um desses aposentos.
Há diversas controvérsias sobre a múmia de Nefertiti. Alguns arqueólogos acreditam que ela tenha sido encontrada em 1898, outros que ela morreu e foi enterrada ao lado do marido. Ainda assim, existem várias especulações sobre a possibilidade de Nefertiti ter vivido mais que o esposo e ter reinado o Egito sozinha por um tempo. No caso desta última proposta, o paradeiro dela é desconhecido.
Tomografia mostra detalhes dos corpos dos cidadãos de Pompeia
  • Esqueleto medieval é encontrado preso às raízes de uma árvore
  • A teoria de Reeves é que os restantes da rainha estiveram escondidos no mausoléu da tumba durante todo esse tempo. O historiador formulou essa possibilidade quando, ao analisar imagens em alta resolução da tumba, notou duas entradas. Ele acredita que por trás delas estejam as câmaras.
    "Se isso for verdade, estamos encarando um descoberta ainda mais importante do que a da tumba de Tutancâmon", disse Mamdouh al-Damaty, ministro de antiguidades do Egito, em entrevista à Reuters.
    As autoridades do Egito usarão radares e equipamentos termográficos para averiguar a proposta do historiador. Os testes devem ser realizados ao longo dos próximos três meses.

    Arqueólogos encontram estátua da rainha Tiye, avó de Tutancâmon

    Câmaras de Nefertiti podem estar escondidas na tumba de Tutancâmon

    nefertiti (Foto: Flickr/tutincommon)
    Até o momento a comunidade arqueológica considera a descoberta da tumba de Tutancâmon em 1922, no Vale dos Reis, no Egito, uma das principais da história recente.
    Há bastante mistério em torno da história do jovem faraó. Ele reinou de 1327 a 1336 a.C. e faleceu aos 19 anos, sem herdeiros. Não para por ai: ao longo dos últimos anos, arqueólogos começaram a especular sobre a possibilidade de a tumba de Tutancâmon abrigar câmaras secretas
    Reeves começou a especular sobre essa possibilidade enquanto estudava imagens da tumba em alta resolução: ele acredita ter encontrado duas entradas nas fotos. Atrás delas estariam as câmaras e, dentro de um dos aposentos, a múmia de Nefertiti.
    Em outubro de 2015, as autoridades egípcias começaram buscas na tumba de Tutancâmon para comprovar a teoria de Reeves. A partir do escaneamento do interior do local foi constatado que uma área em particular emite bastante calor, um indício de poderia haver espaços escondidos atrás das paredes. Nessa quinta-feira (17), o ministro de antiguidades do Egito, Mamdouh al-Damaty, falou sobre o assunto. "A varredura indica que algo esteja escondido atrás da paredes, materiais diferentes que podem ser metais ou orgânicos", disse em entrevista à Reuters. "Temos 90% de certeza de que as câmaras estão lá. Mas não pararemos de analisar até termos 100%."
    Como aponta o Quartz, a confirmação da hipótese de Nicholas Reeves pode ser a maior descoberta do século, além de reviver o mercado turístico do Egito, que tem caído por conta da atual conjuntura política do país.

    5 provas de que as pirâmides do Egito não foram construídas por ETs

    Um dos mistérios que mais intrigam a humanidade diz respeito à construção das pirâmides do Egito. Como os cientistas explicam o fato de aproximadamente 2,3 milhões de blocos — só da pirâmide de Quéops, que data de 2250 a.C— terem sido erguidos a uma altura de até 147 metros? Para piorar: cada bloco pesava de 2,5 a 80 toneladas.
    Por ainda não haver um consenso, os teóricos da conspiração encontram um campo fértil para a especulação, que só aumenta desde a publicação da famosa obra Eram os Deuses Astronautas?, de 1968. Nela, o suíço Erik von Daniken sugere explicações sedutoras para os enigmas que historiadores e arqueólogos não conseguem resolver, como a de que aliens estariam por trás da construção dos maiores monumentos da Terra. Mas existem respostas mais convincentes do que essa.
    1 - A Navalha de Occam
    Segundo o princípio atribuído ao filósofo e frade Guilherme de Ockham, a resposta mais simples para uma questão complexa deve ser sempre a mais provável. Essa é a ideia da Navalha de Occam. Ou seja, se você tropeça em uma pedra na rua, a explicação mais convincente é a de que você estava apenas desatento; e não de que as pedras do mundo se uniram em uma revolução silenciosa que busca destruir os seres humanos2 - Preconceito e anacronismo
    A ideia de que povos da antiguidade não teriam capacidade de erguer construções faraônicas parece um tanto preconceituosa e anacrônica para quem é especialista no assunto. Para os estudiosos, o grande problema dos teóricos dos deuses astronautas é que muitos deles não se aprofundam em seus objetos de pesquisa, gerando interpretações equivocadas. Eles ignoram as práticas culturais, religiosas e sociais dos povos e implantam as ideias que mais lhes convêm. O próprio von Daniken afirmou isso em uma entrevista à revista Playboy, em 1974: “Todo mundo aceita o que precisa para sua teoria e diz que o resto é um engano”. Na conversa, ele disse ainda que sequer visitou os lugares sobre os quais tanto especula. ¯\_(ツ)_/¯
    3 - Aliens incompetentes
    O Egito não possui apenas três pirâmides. Existem mais de cem que não recebem a mesma atenção dada às famosas Quéops, Quéfrem e Miquerinos. O problema é que estes monumentos esquecidos estão em pior estado por conta da forma mal planejada como foram erguidos. Ou seja, se os ETs realmente ajudaram na construção das pirâmides, eles são péssimos engenheiros civis e arquitetos.
    4 - Pedras leves
    Os estudiosos que acreditam na ajuda espacial, geralmente, omitem o fato de que muitas das pedras usadas na contrução do monumento egípcio não eram tão pesadas quanto eles gostam de frisar. Muitos dos blocos eram de arenito e calcário — bem mais leve do que o granito. Além disso, fazer com que o local das construções fosse próximo a pedreiras (ou mesmo em cima delas) facilitou bastante o transporte do material pelo deserto. Já para trazer as pedras de longe, os egípcios contavam com um transporte bem simples: um trenó de madeira. O hieróglifo para “trenó” era muito usado na época, como afirmam o arquiteto francês Pierre Houdin e o egíptólogo Bob Brier no livro The Secret of the Great Pyramid.
    5 - Rampas em espiral
    A ideia mais aceita para a formação das pirâmides hoje foi proposta por Houdin. Segundo ele, enquanto a primeira base da pirâmide de Quéops teria sido construída com uma rampa externa, as outras duas bases teriam tido a ajuda de rampas internas que foram sendo erguidas em espiral à medida em que a construção subia. Para levantar os blocos mais pesados, os egípcios teriam usado uma espécie de elevador de carga, que funcionava com um contrapeso.
    Veja o vídeo abaixo (em inglês):

    Este vídeo mostra como era Roma em seu auge

      (Foto: YouTube/Smarthistory)
    Filmes e séries já tentaram reproduzir de diversas formas como a cidade de Roma era na época de seu auge, em 320 d.C. Mas poucos são os cenários restritamente baseados nas evidências encontradas. Um deles, porém, é produzido pelo projeto internacional Rome Reborn.
    Em um vídeo recente divulgado pela Smarthistory é possível ver a grandiosidade da cidade em uma reconstrução virtual bastante fiel
      (Foto: YouTube/Smarthistory)
    Na período de tempo em que o vídeo é situado, Roma pussuía entre um e dois milhões de habitantes, no máximo. Se atingisse este auge populacional, a capital romana teria mais gente do que qualquer outra cidade dos Estados Unidos — tirando Nova York, Los Angeles, Chicago e Houston. Este é considerado o auge populacional da metrópole, segundo historiadores.
      (Foto: YouTube/Smarthistory)
    No vídeo, podemos ver a escala impressionante de locais como o Coliseu, os dutos romanos de água, o Pantheon e, mais impressionante ainda, o tamanho da cidade em si, espantosamente grande e bem estruturada para a época.
    Durante os voôs sobre a maquete digital, um dos líderes do projeto, Bernard Frischer, professor na Universidade de Indiana, nos Estado Unidos, comenta cada parte da metrópole.
    Rome Reborn é um projeto acadêmico conjunto em que universidades de todo o mundo trabalham para construir modelos virtuais fiéis da cidade de Roma em diferentes períodos, indo desde seu nascimento, em 1000 a.C., até 552 d.C.
    Os modelos são de grande utilidade para historiadores (e até cineastas) que queiram realizar estudos sobre a área. Além dos pesquisadores, trabalham com eles também a ONG educacional
     (Foto: Library of Congress)